06/12/2017 CONFINAMENTO

3ª edição do Tour DSM comprova retorno de rentabilidade em 2017

Dez etapas em sete Estados foram avaliadas pelo Cepea

Com a parceria da Boehringer Ingelheim e Nissan, a Tortuga|DSM (São Paulo/SP) conclui a terceira edição do Tour DSM de Confinamento, uma maratona de encontros técnicos com produtores que, no segundo semestre deste ano (quando se dá o segundo ciclo de confinamento), teve dez etapas em sete Estados, além dos eventos de abertura e encerramento.

As três edições confirmam que as tecnologias da companhia geram retorno financeiro positivo para o produtor. Na média das dez etapas de 2017, o retorno foi de 3,4% ao mês. “Esse retorno é excelente do ponto de vista econômico e foi obtido com diferentes tipos de dietas, animais e estruturas, comprovando que o investimento em tecnologia é fundamental para atividade”, informa o gerente de categoria Confinamento da Tortuga|DSM, Marcos Baruselli.

Foram observados também vários ganhos zootécnicos, como ganho de peso elevado e outros benefícios que se estendem por toda a cadeia, desde a saúde dos animais até a melhora da qualidade da carne que chega às mesas dos consumidores, com maior concentração de minerais e vitaminas, por exemplo, a vitamina E, que preserva a carne e aumenta o seu tempo de prateleira no varejo.

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Neste cenário, foram avaliadas unidades produtivas de Confinamento nos Estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Pará, Bahia, Sergipe e Paraná, “e o mais importante é que em todas elas as contas fecharam no azul”, completa Baruselli (Foto: reprodução)

A avaliação econômica da aplicação das tecnologias da empresa foi realizada novamente por especialistas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade São Paulo (Cepea/Esalq-USP, Piracicaba/SP), sob a liderança de Sergio De Zen.

De maneira geral, os técnicos do Cepea avaliaram a melhora dos níveis de rentabilidade dos confinadores que adotam os suplementos nutricionais com as tecnologias CRINA e RumiStar, considerando todas as variáveis, desde o custo da terra, do boi magro e da nutrição até a alta da receita pela produção de bois mais pesados e com melhor acabamento.

O Retorno sobre Investimento (ROI) do confinamento, englobando todos os fatores que compõem este sistema de produção, foi um dos fatores do Tour analisados pela equipe do Cepea que teve um índice altamente positivo. Considerando os custos operacionais e os de oportunidade (que são os investimentos de baixo risco disponíveis no mercado), o Cepea constatou ROI positivo em todas as etapas, comprovando que o investimento em tecnologia gera um retorno mais expressivo aos produtores, mesmo diante de um ano bastante desafiador.

Para quem apostou na atividade mesmo no primeiro semestre, os ganhos de produtividade (GPD e rendimento de carcaça) supriram cotações menores e deram retorno ao produtor, ajudados pelos menores custos de produção, entre eles, a reposição e a nutrição que, em média, representaram 73% e 23%, respectivamente – os 4% restantes consideram outros custos.

Do número de bovinos terminados em confinamento no Brasil, a Tortuga|DSM comemora a chancela do mercado às tecnologias que dispõe à medida que que um em cada três bovinos confinados no País consomem os seus produtos na dieta, o que representa um rebanho de 1,4 milhão de bovinos, de 4 mil confinadores espalhados por todas as regiões. Dos produtos com as tecnologias com CRINA e RumiStar, lançados há dois anos, a empresa também comemora o fornecimento para 350 mil animais (8,5% do rebanho total terminado em confinamento), de 850 produtores; em 2015, quando foram lançados, os suplementos com as novas tecnologias foram fornecidos para 100 mil animais, de 100 produtores e, em 2016, chegou a 150 mil animais, de 300 produtores.

Fonte: A.I., adaptado pela equipe feed&food.