Eventos, Feed, ON TIME|26 de novembro de 2013 18:02

ON TIME: NFT Alliance Marketing Trends 2014

Acompanhe as informações direto do evento

Luma Bonvino, São Paulo (SP)

As informações estão dispostas com horários de postagens (as mais recentes se encontram no topo). Caso não esteja acompanhando a cobertura, leia as informações do fim para o topo da página Em seguida, acompanhe em tempo real.

Em primeira mão. A agora coordenadora da ExpoCorte, Carla Tuccilio, apresentará ao público o novo formato da Feicorte. Realizado em São Paulo no mês de junho, o evento – agora sem a chancela do Agrocentro – passa a ser produzido pela gerente de Agronegócios. O formato itinerante também será mantido e serão promovidas etapas em Cuiabá, Palmas, Campo Grande, Ji-Paraná e Uberlândia. Mais informações clique aqui.

Ainda apresentando novidades, Tuccilio faz o anúncio da feed&food como a revista oficial do evento em 2014.

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Com o retorno das discussões, co-marketing é o assunto de Luciano Vital, da Vital S/A, seguido por Alessandro Roppa, que exemplifica as explicações com o case da NFT Alliance. Esse caso foi abordado na editoria IN MKT da revista feed&food nº78, pag. 30, relembre aqui.

Detalhes com a cobertura completa das palestra finais na revista feed&food.

Pausa para o coffee break. Em instantes, o bloco final do evento.

15h52min. Finalizando suas explanações, Sá exibe que entre 2013 e 2017, segundo o relatório Global Entertainment, o Brasil será o líder mundial de crescimento de mercado mídia, tendo a revista como primeira no ranking desse aumento.

A mídia impressa representada por Luiz Fernando Sá

15h5omin. Compartilhar, verbo analógico. O palestrante reforça a importância da revista como representante do produto informacional em mãos, podendo ser ‘divido’ da fazenda à  fábrica.

15h40min. “Se querem um leitor concentrado em sua mensagem, o melhor meio é a revista com um índice de atenção exclusiva de 65%”, reforça.

15h35min. O Brasil, 6º maior mercado em número de títulos, teve no segmento de revistas um aumento de 30% leitores, consolidando o meio como um produto inspiracional nas classes A e B, com crescimento contínuo na C.

“O papel transmite credibilidade e o anúncio uma verdade”, salienta.

15h25min. Fechando o terceiro pilar da mídia: O papel do impresso por Luiz Fernando Sá, da Editora Três. 

“A revista é meio mais investigativo da indústria da comunicação. Isso a torna relevante“, menciona.

Planejamento básico digital: Publicidade – Plataformas de tecnologia – Inteligência de análises de dados 

15h10min. Segundo Kuba números como os de 94 milhões de pessoas com acesso a internet , os 265 milhões de dispositivos móveis no Brasil e o crescimento da rede em 32% ao ano refletem  a necessidade de uma visão estratégica da empresa sobre um campo 360 graus de mídias com um relacionamento contínuo e devolvendo serviço com valor agregado. “Tem que vender conceito, não produto”, cita.

Leo Kuba e as tendências do marketing digital

15h03min. Logo em seguida, complementando as tendências de eventos, Leo Kuba, da Agência Digital InKuba, trabalha a revolução digital.

15h00min. ROI = retorno sobre investimento é a terceira análise realizada. De acordo com as informações, é fundamental mensuração o resultado na participação de eventos. Interação com conteúdo e oferecimento de experiências são algumas tendências que já devem ser utilizadas hoje.

14h50min. O setor tópico elencado é o Digitization: uma digitalização do negócio. “A mídia social por si só já não é mais o suficiente. Deve-se atentar para novos meios de receita”.

Os palestrantes abordam a continuidade dos eventos para que efetivamente o conteúdo possa perdurar antes, durante e depois da produção física do mesmo. A vida útil desse produto se multiplica e o segredo para essa comunicação adequada junto as novas gerações é identificar como monetizar esse novo produto. Por fim a dupla cita exemplos sobre a tecnologia que atua na preparação de eventos para o futuro. Confira os detalhes na revista feed&food.

14h40min. O primeiro fator sublinhado é a sustentabilidade, em meio ambiente, comunidade e negócios. Segundo eles, eventos mais verdes tem que deixar de ser gancho de marketing e se tornar compromisso, sempre levando em conta o retorno econômico.

14h30min. “Bem vindo a era dos eventos 3.0” e o futuro da indústria de evento por Juliano Lissoni e Ney Neto, da MCI, marcam a abertura das discussões no segundo bloco de conteúdo.

Primeiramente eles refletem a história até hoje:

Evento 1.0   – Palestrante e Público ;

Evento 2.0 – Elementos de interatividade entre transmissor e receptor;

Evento 3.0  – Eventos virtuais com coparticipação e cocriação .

 

“A integração pessoalmente vai continuar. É preciso encontrar um equilíbrio”

13h20min. Pausa para o almoço. Em breve, o retorno dos trabalhos.

Um dos principais tópicos abordados foi o marketing de crise que, de acordo com Desouzart, não funciona. Segundo ele, é preciso vislumbrar uma estratégia de cerca de dez anos.

Ainda de acordo com as opiniões apresentadas, sobre o investimento no setor, Desouzart frisa que durante dez anos o dinheiro do agro foi transferido para as regiões urbanas e agora precisa-se recuperar parte desse valor para continuar a investir no agronegócio.

O primeiro bloco de explanações se encerra com os debates dos três primeiros palestrantes.

13h00min. Por fim, os desafios do marketing o agronegócio levantados por Mendes:

1)      Entender como falar com o produtor;

2)      Atuar de forma mais abrangente na cadeia produtiva;

3)      Setor mais próximo do cidadão urbano;

4)      Aproximar o consumidor final do produtor rural

“As pessoas pagam mais por produtos com garantia de procedência”, afirma Mendes destacando a importância da origem no marketing.

“Apesar de sabermos que fazemos direito, precisamos DIZER isso”, ressalta Mendes.

12h40min. De acordo com Mendes, o marketing agrega valor ao produto. Ele exemplifica com o famoso case Friboi que, conforme suas informações, comprovou o poder da comunicação e triplicará seus investimentos do setor após os resultados obtidos na campanha.

Commodity — agrega-se Diferenciação + Marketing = Marca para o consumidor final — mais dinheiro ao produtor

12h30min. Após a apresentação de alguns dados da mudança do setor, o palestrante enfoca na comunicação do agronegócio em meio a uma cadeia complexa “que envolve o pensamento no pecuarista e no consumidor final. Entre essa relação, estão os fornecedores de insumos, processamento, processos de distribuição e, em todo o caminho, a interface da sustentabilidade social, ambiental, econômica e tecnológica”, e explica o elencando  fluxo da comunicação:

Dos produtores de insumos e equipamentos para o produtor;

Das agroindústrias para o consumidor final;

Do setor agro para a sociedade;

Segundo ele, essas ligações deveriam ser realizadas de forma quase estatal mas, como isso não acontece, o ‘compromisso’ passa a ser transferido para empresas e veículos de comunicação.

12h15min. “Desafios do Marketing Rural”, pelo presidente da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócios (Abmr&a), Maurício Mendes.

12h1omin. Para finalizar, Desouzart seleciona:

Alertas

– Saúde animal seguirá sendo o grande inimigo;

– Agricultura de alta tecnologia e de altíssima precisão é capaz de gerar os 4 ‘Fs': food, feed, fuel, fiber (alimentos, rações, combustíveis e fibras). Mas não sem ciência.

– Sim, é preciso priorizar o petróleo para produções nobres;

– “Ou fontes alternativas ou morte”;

– A dieta humana migra para o consumo de proteínas animais. Segundo ele, é necessário se reinventar para garantir uma produção sustentável.

– Biossegurança + biossegurança + biossegurança

– Produção encarecida em 2015, após Copa do Mundo. “Preparem-se para a conta depois da festa”.

11h50min. Voltando-se ao âmbito dos grãos:

- Nove países concentram 83,5% da produção mundial de milho.

- Quatro países concentram 82,9% da exportação mundial de milho

- Nove concentrarão 86,4% da importação mundial de milho.

– Brasil, USA e Argentina respondem por mais de 80% da produção mundial de soja.

– O Planeta China deve se tornar um importador neto de milho.

– Planeta China ainda pode comer mais. Ate 2025 se espera uma migração adicional de 253 MM do meio rural ao urbano.

De acordo com o palestrante, os países em desenvolvimento são os vetores da demanda, produção e das importações de carne. “Cerca de 93% do aumento da produção mundial de carne ocorrerá nos países em desenvolvimento”, frisa.

11h45min. Trabalhando o futuro, Desouzart cita a capacidade de produção mundial e os recursos disponíveis: produtores de proteína

O futuro dos grãos com Osler Desouzart

de origem animal requerem quatro vezes mais água para produzir. “A ave prevaleceu pela eficiência na transformação de recurso em carne”, diz e completa: “já o boi é o mais ineficiente”.  Em decorrência disso, a tendência será a venda de carne virtual, isto é, exportação de valor agregado: carne.

Nesse quesito, no entanto, ele justifica: “Não se ganha dinheiro na produção da carne, se fatura em logística e marketing. Na Sadia, por exemplo, não se vendia o produto, se vendia um ‘S’. Na dúvida, sua escolha estava garantida”.

11h30min. “Sempre que estiverem mais renda, as pessoas comerão mais carne”

+ Renda = + Carne – Grãos

11h26min. Sobe ao palco o proprietário da OD Consulting, Osler Desouzart, sobre o cenário de grãos. 

11h25min. Por fim, ele aponta as Tendências inexoráveis que merecem atenção:

- O setor lácteo no Brasil precisa se redefinir;

- Aumento de produtividade nas propriedades e nas industrias lácteas e frigoríficas;

- ILPF: o modelo e formato ainda não estão definido;

- Pecuária de corte: o aumento da velocidade de giro de terminação, redução da idade de abate;

- Tecnificação  cria, recria e engorda;

- Vender melhor a carne em faturamento;

- Trabalhar conceito de safra. “Não pode ser surpresa que vai acontecer uma seca no meio do ano”, exemplifica.

- Foco em maior qualidade.

11h20min. Concluindo, o palestrante deixa suas considerações do mercado:

Variáveis  de oferta

- Tecnificação  zootécnica;

- Estoque de animais;

- Clima;

- Repasse de áreas para agricultura.

 

Variáveis de demanda

- Exportações;

- Evolução do consumo per capita;

- Influência  de outras carnes;

- Indicadores gerais da economia.

11h10min. Segundo Nogueira, tecnologia na cria com altos níveis de produtividade é mais complicada, mas ele aumenta gradativamente. “Investir em tecnologia na cria é possível. Eu quebro esse paradigma”, enfatiza.

Comprovando essa afirmação, ele mostra mudanças econômicas ambientais e sociais dentro da fazenda com aplicabilidade. Detalhes na revista feed&food.

11h00min. Complementando o assunto tecnificação, o palestrante foca sobre esses investimento, desde a produção até a mão de obra. “Produtividade é sobrevivência”, afirma.

10h55min. “Há muita crítica na atividade quanto às questões ambientais, sustentáveis”, menciona o consultor para explanar sobre o tema. Ele correlaciona os números de desmatamento por bioma e conclui um estudo sobre o potencial da pecuária no projeto ambiental do Brasil. “O objetivo é o desmatamento líquido zero, ou seja, ocupar 15 milhões de pastagens, fechando umas e abrindo outras áreas, em um período de dez anos, para encerrar o desmatamento. Isso somente regando valor tecnológico”, comenta.

“A pecuária fez  a parte dela, ocupando primeiramente territórios  e, agora, desenvolvendo essas áreas pronta para outras atividades”, menciona Nogueira.

Nogueira expõe os cenários de carne e leite

10h40min. O palestrante trabalha a produção e exportação de carne para 2013 e 2014 e aponta perspectivas positivas, tanto no volume de cabeças, bem como os valores pagos. Ele aponta um fator positivo para os próximos anos: “os frigoríficos estão combatendo o abate informal, que girará por volta de 18% a 22%”.

No mercado de leite, Nogueira mostra dados que estimam uma demanda maior que a produção do Brasil, que cresce 4.1%, enquanto a produtividade 3.9%, sendo dependente de compras internacionais, Nesse ponto, a falta provoca a substituição como derivados de soja e sucos. “É preciso oferecer um produto melhor e aumentar o volume. O problema, procurado nas importações, na verdade é interno”, diz. Ele frisa ainda, para fortalecer o País na atividade, a necessidade de organizar a procura por mercados potenciais.

10h25min. Abrindo os trabalhos da programação, o dirigente da divisão de pecuária da Agroconsult, Maurício Nogueira, apresenta os cenários do mercado de cortes e leite.

De acordo com ele, o primeiro passo é encarrar as mudanças significativas do mercado. Isso reflete na interação entre as práticas de corte e leite. “Nove e 10 milhões, dos 21 milhões de bezerros machos produzidos em 2013, foram oriundos de fazendas produtoras de leite. Por outro lado, metade das vacas da cadeia de produção de lácteos estão em propriedades com foco em corte”, explica.

“O Brasil está para o agronegócio, assim como a China para a produção e a Índia para serviços terceiros”, cita Santos uma frase publicada no Financial Times.

10h15min. Segundo ele, o baixo investimento no marketing é devido a falta de conhecimento interno. Com isso, as ações da MSD voltam-se para programas de universidades, desenvolvimento comercial e comunicação interna, e também, promove a prestação de serviço aos produtores.

10h10min. O presidente da MSD Saude Animal, Edival Santos, realiza a abertura do evento enfatizando a importância do marketing no agribusiness, principalmente no quesito nacional.

“O que me chama atenção fora do Brasil é o medo e o respeito que o País impõe. Estamos no lugar e na hora certa, fazendo um bom trabalho”, afirma Santos.

O presidente da MSD Saúde Animal, Edival Santos, recepciona o público com as primeiras informações

“Esteja preparado para os desafios do próximo ano”. É com esse foco do NFT Alliance Marketing Trends 2014 que acontece em 26 de novembro no São Paulo Center (São Paulo/SP).

A NFT Alliance, composta por empresas que se preocupam com o futuro da nutrição e buscam evolução constante em cada elo da cadeia produtiva de proteína animal, apresenta os principais cenários do agronegócio para o próximo ano e os desafios voltados para a área de Marketing. Além disso, o evento aborda as tendências em ferramentas para acompanhar as mudanças e alcançar os melhores resultados com inovações em eventos, mídia impressa e digital. Confira a programação completa aqui.

A revista feed&food realiza a cobertura ON TIME, trazendo informações jornalísticas em tempo real. Acompanhe!

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