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ACAV reage aos ataques ao sistema de integração agroindustrial
O presidente da Associação Catarinense de Avicultura (ACAV, Florianópolis/SC), Clever Pirola Ávila, se pronunciou depois de inúmeras reclamações que o sistema de produção integrada vem sofrendo em 2010. “Os setores que reclamam não representam nenhum dos elos da cadeia produtiva. A ACAV repudia esse tipo de movimento ilegal e violento no oeste de Santa Catarina que usa indevidamente o nome dos empresários-integrados, invade empresas, fecha rodovias e ameaça os empresários”.
O dirigente expôs que a ACAV, representante das indústrias na cadeia avícola catarinense, defende o modelo de integração que surgiu na década de 1960, em Santa Catarina, e foi adotado de sul a norte, de leste a oeste, em todo o país. “São mais de 40 anos gerando riquezas para as famílias rurais de Santa Catarina e do Brasil”, destacou. Ávila lembra que o acordo contratual que regula as relações integrado-indústria é respaldado por todos e que os dois principais elos da cadeia, o criador de aves e a indústria, mantêm uma relação leal e transparente através de suas associações, a própria ACAV e o Sindicato Patronal dos Criadores de Aves do Estado de Santa Catarina (Sincravesc).
O presidente da Acav mostra que o formato da renda estipulado entre agroindústria e integrado é fruto do trabalho conjunto da agroindústria e o integrado. “Quanto melhor for o desempenho do empresário integrado, melhor para o criador e para a agroindústria”, que salienta que o empresário da agroindústria entra com 93% a 95% do capital que inclui genética, tecnologia, animais, assistência técnica, rações, enquanto o empresário integrado entra com 5% a 7% do capital que é representado pela área, instalações, manejo, carregamento, etc).
“O sistema é justo, por ser um modelo que depende unicamente dos resultados de desempenho obtidos. Quanto melhor o desempenho, melhor o resultado. O modelo independe dos preços de mercado”. O presidente da ACAV enfatiza que uma minoria dos empresários integrados está insatisfeita e certamente são aqueles que não obtém um desempenho mínimo, para os quais a agroindústria aloca esforços adicionais para que melhorem o desempenho. "A grande maioria dos integrados está satisfeita. Existe uma fila de empresários integrados querendo participar deste sistema. Sejam nos municípios onde estão alocadas as agroindústrias, sejam em outros municípios que pedem a instalação da agroindústria”.
“Trata-se de um modelo virtuoso que desenvolve a comunidade, gera receitas aos governos municipais, renda aos empresários e empregos para os trabalhadores, movimentando a economia catarinense e brasileira”, encerrou o presidente Clever Pirola Ávila.
Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional, adaptado pela equipe feed&food
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